Pirâmide de ervas medicinais

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia aconteceu em peso no pilotis do prédio da reitoria de UFRJ e teve como tema “Sustentabilidade, Economia Verde e Erradicação da Pobreza”.

Lá eu me deparei com esse stand sobre a importância do cultivo de plantas medicinais para uso caseiro e farmacêutico.

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As meninas, alunas de farmácia que estavam lá, me mostraram a variedade de plantas medicinais dispostas em garrafas pet cortadas ao meio, e presas a pallets de madeira em forma de pirâmide asteca. hehe. Achei esse modelo de jardineira super diferente e ótimo para quem tem uma varanda maior!

Hortelã, Tanchagem, Beladona, Espinheira-Santa, Cáscara Sagrada, Cabelo de Milho…Ervas como essas podem se transformar de forma caseira em simples chás, ou mesmo tinturas e pomadas.

Na manufatura industrial, se tornam remédios fitoterápicos que devem ser prescritos por médicos. Os benefícios socioambientais de optar por fitoterápicos se estendem do seu corpo ao meio ambiente.

Os princípios ativos dessas ervas são eficazes em um prazo geralmente maior que os remédios alopáticos, porém não geram resíduos químicos que seu corpo terá de filtrar “à força”.

Além disso, os fitoterápicos geralmente são elaborados por indústrias muito menores e assim, grandes corporações da indústria farmacêutica que fazem estrago por aí em prol de lucros astronômicos, deixam de ser beneficiadas.

Na hora do descarte esses remédios naturais também ganham, já que por não conterem substâncias sintéticas, se dispersam na água sem prejuízo aos seres-vivos – ao contrário de anti-inflamatórios alopáticos e anticoncepcionais que podem até alterar genes de peixes.

Quem quiser saber mais sobre as milenares ervas medicinais e suas possibilidades de utilização acesse http://www.plantamed.com.br/. Nós apoiamos!